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Campanha mundial contra propaganda de cigarros

May 28, 2013

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou, nesta terça-feira (28/5,) na sede da instituição em Brasília (DF), a campanha “Tabaco: proíba publicidade, promoção e propaganda”. A ação marca as homenagens da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação ao Dia Mundial sem Tabaco, comemorado na próxima sexta-feira (31/5).

Integram a promoção cartazes, vídeos e disponibilização gratuita da arte da campanha na página da OMS na internet em vários idiomas. “O problema do tabaco não pode ser visto como um caso de saúde, mas tem que ser enfrentado de forma sistêmica por toda sociedade”, defendeu o representante interino da Opas, Felix Rigoli, na solenidade de lançamento da campanha.

Já o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, reafirmou o compromisso da diretoria da Agência de trabalhar, em relação aos produtos derivados do tabaco buscando uma regulação assertiva e transparente com foco no controle dos danos. “O Brasil tem sido capaz de mostrar para outros países que é possível fazer algo e conquistar muitos resultados”, afirmou Barbano. O diretor disse também que a Anvisa já deu um grande passo na regulação ao proibir os aditivos no cigarros.

O diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer, Luiz Antônio Santini, ressaltou os problemas relacionados à publicidade dos produtos derivados do tabaco. “Os embates, quando se trata da questão da publicidade, são duros, sabemos que a publicidade gera o agravamento da situação de quem fuma e contribui para iniciação, especialmente de jovens e de parcelas menos esclarecidas da população”, disse Santini.
 

Confira aqui a campanha “Tabaco: proíba publicidade, promoção e propaganda”.

Pesquisa

Na ocasião, a Opas também divulgou dados da pesquisa “Política Internacional do Controle do Tabaco” no Brasil. Fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde, Inca, Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e a Universidade de Waterloo, no Canadá, a pesquisa trata do impacto da publicidade no vício do tabagismo.

O trabalho, desenvolvido com 1,8 mil pessoas em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, apontou que um em cada três brasileiros deixou de fumar, entre 1989 e 2010, após medidas restritivas de propaganda no país. Além disso, indicou que a maioria da população é a favor de medidas ainda mais rigorosas.

Doenças
De acordo com dados do Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco, o tabaco fumado causa até 90% de todos os cânceres de pulmão e é um fator de risco significativo para acidentes cerebrovasculares e ataques cardíacos mortais. Além disso, comparados aos não fumantes, estima-se que o tabagismo aumente o risco do desenvolvimento de doença coronária e acidente vascular cerebral em 2 a 4 vezes.

Em homens fumantes, a chance de desenvolver câncer de pulmão é 23 vezes maior do que em homens não fumantes. Nas mulheres essa chance é de 13 vezes. O tabagismo é responsável, ainda, pelo desenvolvimento de leucemia mielóide aguda, câncer de bexiga, câncer de pâncreas, câncer de fígado, câncer de colo de útero, câncer de esôfago, câncer nos rins, câncer de laringe (cordas vocais), câncer na boca e câncer de estômago.

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Imprensa/Anvisa


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