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Ação preventiva: embarcação de apoio marítimo

COVID-19

Ação preventiva: embarcação de apoio marítimo

Nove casos de Covid-19 são confirmados após Anvisa interditar embarcação preventivamente no Rio de Janeiro.
Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 03/04/2020 18:02
Última Modificação: 03/04/2020 18:04

A equipe da Anvisa no Porto do Rio de Janeiro (RJ) interveio preventivamente, no início da semana,¿em uma embarcação de apoio marítimo a plataformas petrolíferas, em razão da suspeita de ocorrência de Covid-19. A suspeita teve início após o recebimento dos dados de saúde dos viajantes, demonstrando a ocorrência de sinais gripais, como febre, em alguns embarcados. Nesta quinta-feira (2/4), os testes de nove dos embarcados deram resultado positivo para Covid-19.  

A embarcação levava 34 pessoas, dentre tripulantes e prestadores de serviço, em sua maioria mergulhadores, que trabalham, por exemplo, identificando problemas em tubulações submarinas de plataformas petrolíferas e auxiliando na realização de reparos, quando necessário.  

Após análise médica do estado de cada paciente, durante o desembarque, três foram encaminhados a hospitais. Por exigências da legislação marítima, que não permite à embarcação permanecer desguarnecida, um grupo de tripulantes permanece em isolamento no interior da mesma, sendo monitorados diariamente. Os demais desembarcados seguem em isolamento em dois hotéis de Niterói (RJ) e as informações acerca do seu estado de saúde são monitoradas pela Agência a cada 24 horas.  

“Há evidências, pelos resultados positivados em número significativo de profissionais mergulhadores, que os pontos focais das infecções se vinculam a contextos comuns a eles, tais como ambientes de uso comum, equipagens de mergulho ou camarotes compartilhados”, sinaliza o chefe do Posto Portuário da Anvisa no Rio de Janeiro, Afonso Infurna Júnior.  

A Agência acompanhou o desembarque e o direcionamento dos tripulantes e mergulhadores e está monitorando os procedimentos de limpeza e desinfecção da embarcação, a fim de prevenir novas infecções. Também estão sendo monitorados os processos de fornecimento de alimentos e as retiradas de resíduos sólidos, ora classificados como infectantes do tipo A.  

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