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Uso e consumo de Placenta

Uso e consumo de Placenta

Havendo a requisição da placenta pela família, o material não deve ser considerado como Resíduo de Serviço de Saúde (RSS). Assim, o serviço deve dispor de procedimentos próprios para garantir que o paciente ou a sua família recebam um material com a segurança de que ficará preservado com o tempo, pois é de fácil putrefação.

Se não houver a requisição da placenta pela família, o material deve ser considerado como Resíduos de Serviço de Saúde e ser destinado conforme define a RDC 306/2004, que trata de resíduos.

Na maior parte dos casos, a placenta não apresenta risco da presença de agentes infectantes, a não ser que a grávida esteja contaminada, o que levaria à problemas também com o bebê.  Nesse caso, o resíduo deve ser encaminhado para tratamento antes da disposição final e a criança deve ser encaminhada para tratamento médico.

Vale destacar que não existe norma da Anvisa que proíba esta prática. No entanto, a Agência não regulamenta procedimentos médicos.

Assessoria de Imprensa